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E se vamos juntos ao nosso enterro. E brindamos pelo aprendido.

octubre 6, 2018 CrônicasMicro relatoPortuguês  No comments

E se vamos juntos ao nosso enterro. E brindamos pelo aprendido. Dos nossos corpos doloridos. Porque ignoramos. O livre arbítrio. E se vamos juntos ao precipício. E lançamos ao mar. As peles não reveladas. Mais além da carne rimada. Desnudada prosa. Entre estranhos. Mais que queridos. E se vamos juntos ao desfecho. Ao ponto e vírgula ou reticência. Ao seu personagem vago. E ao meu eu lírico. Se cancelamos os delírios. E nos olhamos frente a frente. Cara a cara. Sem corpo a corpo. Por primeira vez. E se lentamente. E nesse enterro. A terra não nos tragasse . E revelasse um sentimento adormecido. Um querer mais que bonito. Para sermos mais que amigos. A luz do dia . Com zíper rígido.

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Amoralidade afetuosa aguda – versada

julio 14, 2018 CrônicasPortuguêsPulsões  No comments

Quantas camadas de intimidade. Se pode desbravar. Até poder-se catalogar. Um ser . Em ser. Humanoide confiável? Quantos laços etéricos de amoralidade. Entre nós. Até que seja palpável o afeto. Transbordável. Em segredos. Anseios. Que se compartem. Entre dois. Quantas camadas de intimidade. Cumplicidade. Densidade. Para que se conceda . À rotulada luxuria. Um ressignificado. Um laço de quatro traços. Um divino velcro de dupla face? Quantas
Camadas
De vulnerabilidade. E entranhas expostas. Para que a melodia ganhe a nota. Da simbiose perfeita. Da mão esquerda. Ambidestra. Que manuseia os denotativos. Conotativos . E não julga. Não reprova. Quantas camadas de intimidade até que se cale o super ego. A id. E se dilacere a sombra não integrada. Quantos aspectos de coexistência...

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