Rebanho

julio 1, 2016 PoesiaPortuguês  No comments

 

ovelha negra

O meu rebanho é de ovelhas

negras de coração puro,

de olhar taciturno,

cuando perdemos las lanas.

 

O meu rebanho te olha diferente,

Displicente continuamente,

Ao revés e na frente,

do teu sol poente.

 

E nas chuvas, orvalho,

No tronco do Carvalho,

De todos os machos híbridos ou puros,

Descolando a razão da sua retina.

 

O meu rebanho é de ovelhas,

negras,

De coração rotundo,

Poço sem fundo,

Nevoeiro que te traga,

Sem tédio

ou pudor.

 

 

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