E não precisar olhar para trás.

febrero 8, 2016 CrônicasPortuguês  No comments

olhar para trás

Pacientes todos aqueles, que não somos daqui. Aqueles que estalam pequenos milagres com a ponta dos dedos. Que trazem nos olhos profundos a imensidão de outra galáxia, ou as ruelas para outra dimensão.

Não belicosos de espírito, todos aqueles que não esmorecem ao passear pelas labaredas da tridimensionalidade.  Que se calam diante do mar das vaidades e egos opacos. Aqueles que abaixam a cabeça quando sabem que energeticamente deveriam levantá-la e erguer o dedo índice adiante. Aqueles que percebem a vastidão da maioria vã.

Pacientes aqueles que trabalham sete dias por semana na edificação do templo interno. Porque sabem que essa é a verdadeira morada e de nada vale fazer um open house, se a maioria dos possíveis convidados está hibernando ou não desenvolveu receptores para captar a informação ou doação disponível.

Pacientes aqueles que sabem que a arte de transitar por esse mundo é matéria maleável, moldada a ferro, fogo e água pelas formas-pensamento-sentimento de entrega para se deixar o seu melhor. E simplesmente ou finalmente, não precisar olhar para trás.

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