Categoría “AFLORISMOS”

Solstício de Veludo a Meia Luz

junio 27, 2017 "AFLORISMOS"CrônicasMicro conto  No comments

 

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E no meio de um sorriso, resvalei. Descalcei as botas e armaduras. Baixei a guarda e as expectativas de um soneto. Sensualmente perfeito. De homem de lata passei à espantalho. Com um coração humano , pulsando dentro. Com vísceras e veias de verdade. Regressei aos verbos voluptuosos de quem quer se enredar. E deslizar . Em outra pele. E as nuances já eriçam os poros. Já anunciam sussurros e encaixes de dorsos. De mãos ou membros.
E no meio de um sorriso, resvalei. Resetei os contos e repousei os dedos. Na pluma do imprevisível e das esquinas que se cruzam sem hesitar. Das siluetas à meia luz a serpentear. No calor de um inverno, que arde sem queimar.

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No tiemblo, For you.

agosto 23, 2016 "AFLORISMOS"españolPoesia  No comments

hibisco rojo
“Y cuando te miro, no tiemblo,
Te quiero y me escapo,
Te enlazo y te tengo
Y te ocultas en la orilla
De la luna blanca.

Y los lunares no se olvidan
Si te tengo bajo la calma
De mi falda negra

Y los cuerpos se tambalean
En el vértigo del tiempo
En un sentimiento rojo
Y blanco bajo mi nevera

Y bailando hemos flotado
Los espacios del reojo
En un cambio climático
De versos y antojos.”

 

#renatavazquez

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Efraín Huerta

julio 13, 2016 "AFLORISMOS"españolPoesia  No comments

“Creo que cada poema es un mundo.

Un mundo y un aparte.

Un territorio cercado,

al que no deben penetrar

los totalmente indocumentados,

los censores, los líricamente desmadrados.

Un poemínimo es un mundo, sí,

pero a veces advierto que he descubierto

una galaxia y que los años luz

no cuentan sino como referencia,

muy vaga referencia, p

orque el poemínimo

está a la vuelta de la esquina

o en la siguiente parada del Metro.

Un poemínimo es una mariposa

loca,

capturada a tiempo

y a tiempo sometida

al rigor de la

camisa

de fuerza.

Y no la toques ya más,

que así es la cosa.

La cosa loca,

lo imprevisible,

lo que te cae encima

o tan sólo te roza

la estrecha entenderá

—y ya se te hizo.”

 

EFRAÍN HUERTA

 

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Deixa….

junio 14, 2016 "AFLORISMOS"PoesiaPortuguês  No comments

Deixa a poesia quarar.

 

Deixa a poesia quarar.

Os versos logo caducam

e o amarelo penetra

as páginas.

De quem não soube

viver. Ou decorar,

O verso exposto.

Ou resvalou

em um negro olhar.

A serpentear nas próprias

entranhas nebulosas.

Ou nas mesmas

veias rasas

de lobo- homem

embolorado.

 

 

#allrightsreserved

Renata Vázquez

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imprevisível

enero 10, 2016 "AFLORISMOS"Português  No comments

esquina sevilla

O imprevisível está
no dobrar a esquina.
E o agora
é a única coisa
tangível
na impermanência
eterna.

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Teias

enero 10, 2016 "AFLORISMOS"Português  No comments

aranha

A vida é um grande emaranhado
nas teias de uma aranha.
Onde cada passo te leva a uma pessoa
e cada pessoa te guia a um caminho.
Em um círculo complexo
e perfeito.
No qual, somos
ao mesmo tempo;
a aranha e o inseto
a ser devorado.

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Deadline

agosto 26, 2014 "AFLORISMOS"Português  No comments

Ci sono persone che vivono sul filo del rasoio, al limite,  nei bordi ,
dentro e fuori dalle linee di pressione.

Ci sono persone che agiscono meglio
quando sono di fronte all’abisso
e al rischio.

Solo quelle che si lanciano dentro il vagone di un treno
poco prima che la porta si chiuda.

Perché l’adrenalina motiva,
perché è al quarantacinquesimo minuto,
che viene segnato il gol più bello.

Deadline

Há pessoas viciadas no fio da navalha,
no limite, no borde e desborde das linhas de pressão.
Há pessoas que atuam melhor diante do abismo e do risco.
Justo aquelas que se lançam dentro de um vagão
antes da porta se fechar.

Porque a adrenalina motiva,
porque aos quarenta e cinco do segundo tempo,
sempre sai o gol mais bonito.

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