Cantam os súcubos

abril 18, 2018 PoesiaPortuguêsPulsões  No comments

Cantam os súcubos

Quando o mundo vibra dentro. E quase se entende. A teoria do absurdo. Quando as palavras deslizam. Em saliva. E a tez é quase crepúsculo. Quando os flancos reverberam. Em pulsões aceleradas. E o que vibra dilacera. A razão redecorada. E se fosse perpétuo o crime. As lanças e armamentos delicados. E as estrófes rugosas. Rimassem em ritmo orquestrado.
Quando o cosmos resvala. Em um minuto eclipsado. Se calam os egos. Os verbos. E se perpetuam. Os orvalhos.

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