Amoralidade afetuosa aguda – versada

julio 14, 2018 CrônicasPortuguêsPulsões  No comments

Quantas camadas de intimidade. Se pode desbravar. Até poder-se catalogar. Um ser . Em ser. Humanoide confiável? Quantos laços etéricos de amoralidade. Entre nós. Até que seja palpável o afeto. Transbordável. Em segredos. Anseios. Que se compartem. Entre dois. Quantas camadas de intimidade. Cumplicidade. Densidade. Para que se conceda . À rotulada luxuria. Um ressignificado. Um laço de quatro traços. Um divino velcro de dupla face? Quantas
Camadas
De vulnerabilidade. E entranhas expostas. Para que a melodia ganhe a nota. Da simbiose perfeita. Da mão esquerda. Ambidestra. Que manuseia os denotativos. Conotativos . E não julga. Não reprova. Quantas camadas de intimidade até que se cale o super ego. A id. E se dilacere a sombra não integrada. Quantos aspectos de coexistência. Sem resquícios de decência até que o impróprio seja belo. Por fazer-se único. Impuro e puro. Múltiplo adjetivo de muitos nortes? Quantas camadas de realidade adulterada. Quantas peles não rimadas. Entre palavras entrelaçadas. Compelem a verdade. Em gavetas irretocáveis. Quantas vidas regeneram nessa tríplice irmandade. Onde reverberam em coexistencia. A irmandade, a intimidade e a amoralidade. Dos afetos, dos amores. Nos nexos. Mais que conexos. Quantas?

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