Archivos por mes julio 2018

Identidade ‘S’

julio 28, 2018 CrônicasPortuguês  No comments

Como se imprime na percepção alheia…Algo que é como uma impressão digital. Porém oculta. Algo que se revela. Mas não se mostra. Até a página três. Cada qual tem uma marca única e irrepetível. E não tente desvendá-la a primeira vista. A olhos nus, ninguém é o que parece ser. Doce delícia de descortinar e desvendar peles. Ocultas sob a fachada de derme exposta. Sob os ofícios da rotina arrastada, cada qual tem sob a face uma identidade revelável , somente à meia luz. Ou a pouca – nenhuma- roupa.
Esse apostar as fichas, na desenvoltura do alvo ou digamos interlocutor, faz a demora ser extremamente inspiradora. Não tente apostar entre preto ou vermelho. Pessoas vem e vão. Qualquer sabor desvanece sem as especiarias adequadas. Há seres de muitas matizes a descobrir...

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Nos toca falar das almas rotas

julio 15, 2018 CrônicasMicro relatoPortuguês  No comments

Eis que nos toca falar das almas rotas. Seres de sorriso imenso . E devaneios de muitos gestos. E trejeitos. Os bobos sem
Misericórdia. De riso fácil. E alma destemperada. Os que bebem cerveja pelo gargalo. E se afogam em mares de praias. Impróprias para banho. Os que preferem pilates . À psicanalise. Que trocam a roupa de cama. Sem se importar se a lua é cheia. Ou minguante. Hoy nos toca hablar. De las almas rotas. Em espanhol. Mesmo . Para que se toque mais fundo. Esse filtro 3D. De que a realidade é uma delícia. E o seu ofício de aliterações interessantes. Não te põe contra a parede. E falemos dos rotos de espírito. Do âmago bagunçado. Com o bug mental. De muitos traumas calados. Das historias de amor e dor. Maltrapilhas. E dediquemos às almas rotas...

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Amoralidade afetuosa aguda – versada

julio 14, 2018 CrônicasPortuguêsPulsões  No comments

Quantas camadas de intimidade. Se pode desbravar. Até poder-se catalogar. Um ser . Em ser. Humanoide confiável? Quantos laços etéricos de amoralidade. Entre nós. Até que seja palpável o afeto. Transbordável. Em segredos. Anseios. Que se compartem. Entre dois. Quantas camadas de intimidade. Cumplicidade. Densidade. Para que se conceda . À rotulada luxuria. Um ressignificado. Um laço de quatro traços. Um divino velcro de dupla face? Quantas
Camadas
De vulnerabilidade. E entranhas expostas. Para que a melodia ganhe a nota. Da simbiose perfeita. Da mão esquerda. Ambidestra. Que manuseia os denotativos. Conotativos . E não julga. Não reprova. Quantas camadas de intimidade até que se cale o super ego. A id. E se dilacere a sombra não integrada. Quantos aspectos de coexistência...

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