Archivos por mes enero 2016

Cuando nos bendiga

enero 19, 2016 españolPoesia  No comments

Envíame versos en las noches frescas
Suaviza mi alma en las noches eternas…
Tiende tu saliva en mi piel
Cuando enardezca mi ser,
Penetra mis poros con atardeceres….

Envíame tus antojos
En cajitas de colores,
Niebla mis ojos
Cuando no lloren de risa,
Suaviza mi llanto en anocheceres.

Enséñame tu mano
En noches sin luna,
Ata mis brazos a rimas desnudas,
Y come mis verbos,
Cuando nos bendiga el día.

 

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Não negue, não, a visão.

enero 19, 2016 PoesiaPortuguês  No comments

roca tecer 

Tecendo os fios
do tempo
E do vento,
Já não espeto os dedos
Na roca
Outrora torta…
Aperto a vontade
De acelerar
a roda
da aurora
sem hora
que chega
sem cortar.

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Todas as vezes

enero 19, 2016 PortuguêsPulsões  No comments

E todas as vezes que o coração acelera isso é amor ou a dança dos chakras aprisionando apegos, apelos, desejos e situações transitórias? E todas as vezes que a nostalgia te marca é porque a alma acredita que o tempo é velório dos dias que não foram e se foram? E todas as vezes que o riso deságua por suspiros embalsamados que não verão a luz? E se os olhos que falam traduzem o medo e a vontade cortante de levar adiante uma história inventada, uma ânsia  calada de inventar modos oblíquos e mimos constantes em almas desérticas. Se as letras que ardem e as palavras são rasas para os pelos que não encontram sinapses que contradigam um coração torturado pelo vício de querer e amar pouco...

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Os olhos lúdicos da última valsa…

enero 15, 2016 CrônicasPortuguês  No comments

asas e abismos

E se esta fosse a última valsa com os pés de águia enraizados na terra? E se esta fosse a última festa e você soubesse por algum argumento irracionalmente cósmico que a saída não tarda dois dias… Nesta ilusão holográfica do tempo, onde você só é cúmplice do vento, das brisas e dos olhos que sorriem.

E se este fosse o último envoltório físico, porque você sabe que o cometa estará logo ali na esquina dos anos que passam como horas intempestivas?

Pois cortaria o monte, abriria as cartas, levantaria o jogo e o voo. Espalharia amor aos lentos no relento. Submergiria ao leito do mar para provar que somente quem se lança ao abismo conhece a luz.

Porque aos olhos lúdicos nada nunca é ofensivo ou contaminado...

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imprevisível

enero 10, 2016 "AFLORISMOS"Português  No comments

esquina sevilla

O imprevisível está
no dobrar a esquina.
E o agora
é a única coisa
tangível
na impermanência
eterna.

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Teias

enero 10, 2016 "AFLORISMOS"Português  No comments

aranha

A vida é um grande emaranhado
nas teias de uma aranha.
Onde cada passo te leva a uma pessoa
e cada pessoa te guia a um caminho.
Em um círculo complexo
e perfeito.
No qual, somos
ao mesmo tempo;
a aranha e o inseto
a ser devorado.

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