Archivos por mes abril 2014

Sintonize-se

abril 10, 2014 CrônicasPortuguês  No comments

fruto2E prove o fruto…

Abra os olhos e desnude-se. Livre-se de qualquer coisa que te ate. Desperte…

Estamos tão acostumados ao medo, à falta de confiança que amar-se com todas as forças nos parece raro. E que o dia te sorria com todos os dentes, por vezes, pode parecer assombroso se tens estado por séculos vivendo sob padrões acinzentados de sofrimento e emoções tóxicas. Libere-se deste vício.

Dê uma piscadinha de olho ao universo. Asseguro que ele ficará encantado e deixará presentes na sua porta, quando menos esperes. Esteja atento, os sinais não estão somente nos romances. Estão em cada esquina, mas somos míopes e nos negamos a enxergar a magia. Pergunte-se se é bom ser subjulgado. Porque se o meio e as pessoas assim te moldaram, romper a forma é arriscar-se...

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Sintonízate

abril 10, 2014 CrônicasPoesia  One comment

FrutoY prueba el fruto…

Abre los ojos y desnúdate. Quítate cualquier cosa que te ate. Despierta…
Estamos tan acostumbrados al miedo, a la falta de confianza que amarse con todas las ganas nos suena raro. Y que el día te sonría con todos los dientes por veces puede ser asombroso si has estado por siglos viviendo en patrones grises de sufrimiento y emociones tóxicas. Libérate de este vício.

Hazle un guiño al universo. Os aseguro que le encantará y dejará regalos en tu puerta cuando menos te lo esperes. Esté atento, las señales no están solamente en las novelas. Están en cada esquina, pero somos miopes y nos negamos a ver la magia. Pregúntate si te mola ser subyugado. Porque si el medio y la gente así te han moldado, romper la forma es arriesgarse.  Abrir la cascara es liberarse...

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A ilha

abril 5, 2014 CrônicasPortuguês  One comment

ilha1Quando você precisa deixar a vida fluir e o universo decorar a casa. E você se pergunta   se as estradas colidem, se cruzam ou se unem. De novo, novamente, pleonasticamente, no vento ou na tempestade.  E fica uma sensação estranha de impotência quando você nota que não conseguiu doar seus pertences mais valiosos. Suas joias mais raras.

Quando você acredita que passou em branco sem salientar nem um nódulo  na  consciência  alheia. Quando você especula que não conseguiu desatar nenhum nó da rede e dos elos daquela realidade.

Que não aflorou a essência da vida ou um reflexo dela na mente em foco.

Talvez seja falta de generosidade consigo mesmo. Notar que recebeu bastante e não somou à altura.  Que aquela peça estava no lugar exato do seu tabuleiro...

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